CONSTRUÇÃO COLONIAL: IGREJA SÃO JOÃO BATISTA DE CANANÉIA

igreja

Boa tarde galera, como vocês estão? Espero que todos estejam bem.

Hoje estarei falando de um patrimônio que fica localizado em uma das cidades mais antigas do Brasil: A IGREJA SÃO JOÃO BATISTA DE CANANÉIA.

A cidade de Cananéia surge de um povoado de castelhanos e mestiços fundados antes dos portugueses chegarem à região em 1531, com Martim Afonso de Souza, a cidade guarda algumas relíquias dessa época, sendo a mais antiga, a Igreja de São João Batista, datada no século XVI.
Vale ressaltar que em reformas feitas em 1977 e 1978, o interior da Matriz foi descaracterizado, sendo retirados o forro, o Altar mor (talhado em madeira) e o assoalho. Atualmente existem esforços junto ao CONDEPHAAT Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico e ao IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para o restauro do prédio.
Além disso, há cerca de 20 anos a imagem original do Padroeiro São João Batista, datada do século XVIII aproximadamente, feita em madeira policromada, foi roubada, sendo a Imagem atual é uma réplica.

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CARACTERÍSTICAS COLONIAIS DA IGREJA

  • Monumento construído de cal de berbigão calcinado e azeite de baleia, punchadas e derretidas na Ilha do Bom Abrigo.
  • As paredes, a torre com os sinos, as portas e janelas pintadas em verde colonial, pias de Água Benta e as seteiras, que serviam tanto para ventilação e entrada da luz, quanto para a defesa da população.

Tudo isso tem sua origem há mais de 300 anos atrás.

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CURIOSIDADE:

Realizado a pesquisa sobre o local, encontrei um site em que a população procura por ajuda para que não haja mais modificações na estrutura e no interior da Igreja, pois este é um monumento histórico que deve ser mantido intacto.

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FONTES DE PESQUISAS:

http://www.portalpraiasp.com.br/histocananeia.htm

http://www.iparoquia.com/paroquia/historia.php?id=1UTM

http://paroquiasaojoaobatistadecananeia.blogspot.com/

ORIENTADORA: Prof ª. MARIANA

MATÉRIA: HISTÓRIA

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CHAMINÉ DA REFINARIA DO AÇÚCAR UNIÃO

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Localizado na Rua Borges de Figueiredo no bairro da Mooca, o antigo prédio da Refino de Açúcar União hoje encontra-se abandonado e parcialmente destruído. Seu futuro segue indefinido e repleto de incertezas. Em um dos edifícios que compõe o antigo complexo industrial, nota-se que o teto desabou ou foi removido. Na imagem acima, vemos que o logotipo do Açúcar União foi removido, mas as marcas ficaram e são um registro quase arqueológico do que antes foi o local.

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Exatos seis meses depois do Açúcar União ter sido cadastrado aqui no São Paulo Abandonada, todo o complexo foi demolido restando apenas uma chaminé. A foto abaixo tirada de um prédio residencial em frente a União mostra a demolição já pela metade, confiram:

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Mais uma indústria de São Paulo sucumbiu para dar lugar a novos empreendimentos imobiliários. Nesta mesma rua, ao lado desta fábrica, chegou a funcionar também a fábrica de brinquedos Glasslite e até hoje ainda funciona a deliciosa confeitaria Di Cunto.

Infelizmente , fora a chaminé, nada mais existe. Já foi tudo demolido. Esperamos que a chaminé seja preservada.

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Hoje todas pessoas que moram perto da antiga fábrica torcem para que a chaminé seja tombada.

Fonte de Pesquisa: http://www.saopauloantiga.com.br/

ORIENTADORA: Prof ª. MARIA ANGÉLICA RIBEIRO

SITE SP ANTIGA – LUCIANO E ROSANA

Bom dia galera! Como vocês estão?

Feriadão prolongado chegando e nada melhor do que conhecer lugares novos, ou até mesmo locais que você conhece, mas não sabe muito bem da história.

Hoje estou aqui trazendo pra vocês mais um trabalho do curso técnico em guia de turismo do Senac, onde eu e minha colega de classe Rosana iremos coletar curiosidades, história e como o local se encontra hoje em pesquisa no site SP antiga.

Bom, eu escolhi dois locais hiper e mega conhecidos na cidade de São Paulo, o Vale do Anhangabaú e o Mercado Municipal. Esses locais eu conheço muito bem, pois, há três anos atrás eu passava por lá entre três á quatro dias por semana.

VALE DO ANHANGABAÚ

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Para quem não conhece o Vale do Anhangabaú, o lugar é com certeza um dos mais belos cartões postais de São Paulo. Está localizado no centro, entre o Viaduto do Chá e Santa Ifigênia. O local reúne o prédio da Prefeitura de São Paulo, o Teatro Municipal, a Escola Municipal de Balé, o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e um campus universitário e é rodeado por grandes edifícios.

CURIOSIDADE E HISTÓRIA

O nome Anhangabaú é indígena e significa, em tupi, rio ou água do mau espírito. A história mais provável é que tenha sido batizado assim por conta de algum malefício feito pelos bandeirantes aos índios nas imediações desse rio, que hoje passa sob o asfalto no vale.

Em meados do século XVII, as pessoas usavam a água do rio para lavar roupas e objetos e até mesmo tomar banho. Até o ano 1822 a região era apenas uma chácara de propriedade do Barão de Itapetininga, onde os moradores vendiam chá e agrião. Para chegar ao outro lado do morro era preciso atravessar a Ponte de Lorena, que em 1855 se transformou na Rua Formosa.

A urbanização só veio a partir do projeto de construção do Viaduto do Chá, em 1877, que resultou na desapropriação das chácaras que ficavam ali. Depois de um período de descaso, o lugar foi jardinado, o rio canalizado, e, em 1910, tornou-se o Parque do Anhangabaú, dividindo a nova São Paulo da velha. A primeira grande reforma do espaço foi nos anos 40 com a criação das ligações subterrâneas às Praças Ramos de Azevedo e Patriarca – hoje conhecida como Galeria Prestes Maia.

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O Anhangabaú é um lugar de grande agitação e cresceu tanto quanto a cidade. Preocupada com a revitalização da área, na década de 80, a Prefeitura de São Paulo organizou um concurso que resultou no novo visual do local. Jardins, esculturas e três chafarizes compõem o quadro charmoso do local.

Devido à sua extensão, muitas manifestações culturais ocorreram nesse endereço. A mais significativa foi o comício das Diretas Já, em 16 de abril de 1984. Cerca de 1,5 milhão de pessoas se reuniram para o maior comício público da história brasileira.

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NOS DIAS DE HOJE

Na área do Vale do Anhangabaú mais próxima ao Teatro Municipal, são encontradas as famosas esculturas de Luigi Brizzolara que compõem a Fonte dos Desejos, conjunto escultórico composto de uma fonte inspirada na Fonte dos Desejos de Roma, o Monumento a Carlos Gomes e ainda 12 outras esculturas feitas em mármore, bronze e granito que representam a vasta obra de Carlos Gomes.

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Infelizmente, mas todas as partes do monumento têm problemas. Ou estão faltando pedaços, geralmente roubados, ou estão sujas, quebradas ou pichadas. Não há nenhum cuidado visível em manter o local em condições mínimas de uma visitação decente para os turistas. É lamentável ver este conjunto escultórico nesta situação. A Fonte dos desejos Inaugurada em 1922, parte central e principal do conjunto de monumentos criados por Brizzolara há muito tempo não jorra água. Está desligada, aparentemente com peças faltando e com acúmulo de água parada e limo. Ou seja, além de abandonada é um foco de dengue em pleno centro da capital.

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Mas enfim, mesmo com todos esses problemas, atualmente o local recebe diversos eventos incluindo muitas das atrações da Virada Cultural, maratona paulistana de 24 horas de cultura pelos quatro cantos da cidade. Quem passa por lá também pode eventualmente presenciar apresentações teatrais.

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De fácil acesso pelo metrô, o Vale o Anhangabaú é um ponto de lazer, esporte e entretenimento aberto a todos.

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MERCADO MUNICIPAL DE SÃO PAULO

Esse é o segundo local que eu escolhi, até porque sempre que posso frequento esse lugar.  Há uns quatro anos atrás houve um fato muito engraçado que aconteceu comigo e com um amigo meu chamado Adriano. Nós fomos ao Mercadão comer o famoso sanduíche de mortadela e na fila na nossa frente havia um homem muito grande e muitas pessoas olhando para ele, e então eu disparei essa…

– Nossa, eu acho esse cara vai comer uns quatro lanches.

Daí, de repente o homem virou e advinha? Era o jornalista José Luiz Datena! Eu e o meu amigo rimos muito, pois a gente nem imaginava. (risos)

Bom, voltando ao assunto. O Mercado municipal de São Paulo, ou Mercadão, como é conhecido, foi inaugurado em 25 de janeiro de1933 pelo escritório do renomado arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo, sendo o desenho das fachadas de Felisberto Ranzini. Foi construído para ser um entreposto comercial de atacado e varejo, especializado na comercialização de frutas, verduras, cereais, carnes, temperos e outros produtos alimentícios. O mercado localiza-se no centro antigo de São Paulo, capital do estado homônimo brasileiro, sobre uma área próxima ao rio Tamanduateí, no bairro Mercado na antiga Várzea do Carmo.

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Em 2004 o Mercado passou por uma reforma e a fachada foi recuperada, os vitrais foram restaurados e foi construído um mezanino, de autoria do arquiteto Pedro Paulo de Mello Saraiva, com diversos quiosques de comes e bebes. Graças à reforma, o Mercadão é hoje um ponto de encontro dos paulistanos e visita obrigatória para turistas de todo o Brasil e de outros países. No mezanino, há bares e restaurantes de diversas nacionalidades. Prove o pastel de bacalhau do Hocca Bar e o sanduíche de mortadela com queijo do Bar do Mané.

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Dados do Tombamento pelo CONDEPHAAT:

Localização: Rua da Cantareira, 306 e 377 – Centro

Número do Processo: 26399/88

Resolução de Tombamento: Resolução 43 de 02/09/1904

Publicação do Diário Oficial

 Poder Executivo, 14/09/04, pg. 75.

 Poder Executivo, 15/01/11, pg. 45.

Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 344, p.92, 30/09/2004

 

Para quem nunca foi ao Mercadão eu recomendo ir nesse feriadão, e não se esqueça de experimentar o famoso sanduíche de mortadela heim…

Fontes de pesquisas: http://www.saopauloantiga.com.br/

http://www.cidadedesaopaulo.com/

ORIENTADORA: Prof ª. MARIA ANGÉLICA RIBEIRO

PATRIMÔNIO PESSOAL: DIÁRIO DO MEU AVÔ

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Olá pessoal, olha eu aqui novamente!

A pedido da professora Maria Angélica estou postando hoje um patrimônio pessoal que para mim é algo muito valioso e que nunca me esquecerei de todas as noites quando o meu já falecido avô (Taro Goya) contava as histórias do diário em que ele escreveu vindo do Japão para o Brasil devido a Segunda Guerra Mundial. Eu e meus primos ainda crianças entre 7 a 10 anos de idade ouvia pelos menos 2 páginas do diário por dia contado por ele mesmo.

A História dele foi muito rica, triste e ao mesmo tempo bonita, por isso que nos prendia a atenção. Tenho muito saudade desse tempo.

Ele me presenteou com esse diário antes de falecer. Não troco e não vendo por nada nesse mundo (risos).

Infelizmente, hoje eu não tenho as fotos do diário e também dele (Meu avô), pois está na casa dos meus pais que moram em São Paulo. Mas assim que possível irei postar as fotos do diário que está muito bem conservado dentro de um saco plástico onde não entra ar.

Eu pretendo traduzir esse diário para o português, pois a escrita está com letras japonesas (Kanji) e também achar uma boa editora para escrever um livro dessa história. Irei avisar todos vocês quando isso acontecer e espero que todos leiam e gostem da história assim como eu gostei.

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ORIENTADORA: Prof ª. MARIA ANGÉLICA RIBEIRO

PATRIMÔNIO TOMBADO DO ROTEIRO DE JUNDIAÍ – CINE TEATRO POLYTHEAMA

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Boa tarde blogueiros e blogueiras de plantão!! Como vocês estão?

Espero que todos estejam bem!

Bom, hoje eu irei trazer pra vocês um pouco da história rica de um patrimônio de Jundiaí, o famoso Cine Teatro Polytheama.

O Cine Teatro Polytheama está no seleto grupo composto por apenas 06 teatros centenários no Brasil, sendo que é o único localizado em uma cidade do interior. Foi inaugurado em 1911 e em 1920 foi considerado maior teatro do Estado de São Paulo, contando com 2.920 lugares.

Sua origem remonta ao final do século XIX, quando Albano Pereira apresentou à então Intendência Municipal, um projeto para construir sob concessão um ‘Polytheama’, casa que abrigasse diversos espetáculos.

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Atualmente o Cine Teatro Polytheama de Jundiaí é um patrimônio tombado pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueólogo, Artístico, e Turismo), implantado em uma das vias centrais mais significativas para a história da cidade, foi concebido como um edifício de programa flexível para receber diversas formas de apresentação artística, possuindo grande expressividade histórica como um dos únicos de seu modelo no Estado. O Teatro é uma das principais referências, ainda observável à distância, na paisagem da colina central e mantém até hoje sua tipologia arquitetônica característica e parte significativa de seus elementos antigos preservados. O projeto de restauro realizado na virada do século XXI valorizou o edifício através do contraste entre o antigo e o novo, expressando as transformações ocorridas, reforçando a simbologia do sítio histórico.

Dados do tombamento:

Localização: Rua Barão de Jundiaí nº 178 – Jundiaí

Número do Processo: 41522/01

Resolução de Tombamento: Resolução 38 de 16/07/2012

Publicação do Diário Oficial

Poder Executivo, Seção I, 10/08/2012, pgs. 97

Poder Executivo, Seção I, 10/08/2012, pgs. 96

Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 384, p. 111, 11/10/2012

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Para quem gosta de assistir peças de teatros vale a pena conferir as próximas programações do Teatro Polytheama convidando famílias e amigos. Fique por dentro do que Jundiaí oferece de melhor em arte, história e cultura!

Fontes de Pesquisas: http://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem.bb3205c597b9e36c3664eb10e2308ca0/?vgnextoid=91b6ffbae7ac1210VgnVCM1000002e03c80aRCRD&Id=3db93658a41eb310VgnVCM1000008936c80a____

http://www.jundiai.com.br/teatro-polytheama-programacao

ORIENTADORA: Prof ª. MARIA ANGÉLICA RIBEIRO

PATRIMÔNIO HISTÓRICO – FACHADA DO IMÓVEL

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Bom dia meus amigos e amigas do blog.

Que manhã de domingo espetacular heim!!!

Hoje eu gostaria de compartilhar com vocês um patrimônio histórico situada aqui na cidade de Jundiaí que tem o nome de FACHADA DO IMÓVEL. Eu particularmente gosto muito de conhecer as histórias desses locais antigos, saber que várias pessoas importantes e vários fatos histórico se passaram por ali, e hoje você tem a oportunidade de estar no mesmo local, pra mim, é uma sensação diferente, e também você acaba adquirindo um conhecimento mais profundo da cidade.

A FACHADA DO IMÓVEL atualmente é tombada pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico) está localizada na Rua Barão de Jundiaí, nº 736, Centro de Jundiaí, e hoje é propriedade de Arthur Lundgren Tecidos S.A. (Casas Pernambucanas), a história do sobrado é difícil de ser contada devido à falta de documentação que possa certificar a cronologia do local.

De acordo com o pesquisador João Borin, apenas a fachada do imóvel é tombada porque o prédio, no interior, foi demolido para abrigar a loja. “A construção é do século XVIII, conforme data encontrada no próprio prédio (1754), e pertencia à Família Silva Prado”, explica.

Depois, pertenceu a João Maria de Lacerda, que contribuiu para o desenvolvimento do núcleo urbano por ter propiciado a energia elétrica, e à Cúria Metropolitana, já que as famílias tinham o costume de doar suas propriedades à Igreja. “Pertenceu também ao segundo prefeito de Jundiaí, Francisco de Paula Penteado.”

A casa já abrigou a farmácia São João, de João Luiz Gonzaga, e, em seguida, o consultório e a residência do Dr. Almeida, enquanto na outra porta havia a barbearia Salão Orestes. Já estiveram lá também o Bar Castelões, a pastelaria de Guido Maso, Casa das Meias, Restaurante Haiti e, mais recentemente, as Casas Pernambucanas. A fachada possui 13 metros e é uma das raras edificações da época com dois pavimentos, sinalizando a pujança econômica, social e política da família proprietária. Fica ao lado do Museu Solar do Barão.

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Veja abaixo os dados do tombamento:

Localização: Rua Barão de Jundiaí nº 736

Número do Processo: 64142/11

Resolução de Tombamento: Resolução 43 de 04/07/2013

Publicação do Diário Oficial

Poder Executivo, Seção I, 19/07/2013, pg. 65

Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 402, pg. 118.

Se você que gosta de fazer compra nas Casas Pernambucanas vale a pena conhecer a essa loja diferenciada.

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FONTE DE PESQUISA: http://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem.bb3205c597b9e36c3664eb10e2308ca0/?vgnextoid=91b6ffbae7ac1210VgnVCM1000002e03c80aRCRD&Id=ebfa115e69fd3410VgnVCM1000008936c80a____

ORIENTADORA: Prof ª. MARIA ANGÉLICA RIBEIRO

TEXTO COLETIVO: Educação Patrimonial, uma necessidade atual

Bom dia pessoal, hoje irei postar um texto que a sala inteira participou.

Esse texto foi baseado e resumido em outro texto que foi passado em sala de aula.

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A prática de educação patrimonial restringia-se ao âmbito dos museus históricos, cujo termo é uma tradução da expressão inglesa sendo introduzida no Brasil em 1980 no Museu Imperial em Petrópolis.

A dinâmica da vida atual com suas transformações passaram a interferir no patrimônio.

O reconhecimento da própria história agrega padrões e valores sociais estabelecendo um processo educativo que contribui para o desenvolvimento humano.

A educação patrimonial possibilita a valorização individual e coletiva da preservação de patrimônios.

É um trabalho com foco no patrimônio cultural que busca levar  a crianças e adultos a valorização de sua herança cultural, para melhor usufruto destes bens, a fim de tornar-se um processo contínuo.

Ha uma preparação de crianças e adultos para entender e preservar os patrimônios.

Estabelecer uma relação de afeto e responsabilidade da sociedade para com o patrimônio.

A população deve priorizar suas atividades artísticas e relatos familiares.

É importante haver educação patrimonial na educação formal, ou seja, nas escolas.

A esfera pública deve ser a base da educação na identidade cultural, mas o setor privado também deve se responsabilizar na continuidade da mesma.

Se houver mais mobilização da sociedade,  teremos novas posturas quanto ao patrimônio cultural.

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ORIENTADORA: Prof ª. MARIA ANGÉLICA RIBEIRO